Podem incluir preocupações, medos, irritabilidade, evitação, sintomas físicos, alterações de sono e necessidade excessiva de segurança.
Pediatras, psiquiatras da infância e adolescência e outros profissionais podem participar do cuidado. A escolha depende da situação e da rede disponível.
Nem sempre. A indicação depende do tipo de ansiedade, da intensidade, do prejuízo, das respostas a outras medidas e da avaliação individual.
Reduza estímulos, mantenha presença calma e evite discussões longas no pico da crise. Se houver risco, dificuldade respiratória importante ou dúvida médica, procure atendimento imediato.