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Dr. Túlio Teixeira

DEPRESSÃO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Nem todo pedido de ajuda vem em forma de pedido.

Em crianças e adolescentes, depressão pode aparecer como irritabilidade, isolamento, queda de rendimento e perda de interesse, não apenas como tristeza.

Ilustração 3D de nuvem se afastando e planta recebendo luz sobre depressão
SINAIS QUE MERECEM ATENÇÃO

Mudanças persistentes precisam ser observadas em conjunto.

Um único sinal não confirma depressão. A combinação, a duração e o impacto orientam a necessidade de avaliação.

01

Perda de interesse

Abandono de atividades, afastamento de amigos ou indiferença por coisas antes importantes.

02

Mudanças na rotina

Alterações de sono, apetite, energia, autocuidado, rendimento ou frequência escolar.

03

Desesperança e risco

Falas de inutilidade, culpa, desejo de desaparecer, automutilação ou pensamentos sobre morte.

Ilustração 3D de nuvem se afastando e planta recebendo luz sobre depressão
COMO AJUDAR

A primeira resposta precisa ser escuta, não interrogatório.

Mostre que você percebeu a mudança, escolha um momento tranquilo e fale de fatos concretos. Evite minimizar, comparar ou transformar a conversa em uma cobrança.

Quando houver falas sobre morte ou desejo de se machucar, pergunte de forma direta e procure avaliação. Falar sobre o risco não incentiva o comportamento.

TRATAMENTO

Quanto antes o sofrimento é reconhecido, mais cedo o cuidado pode começar.

Psicoterapia, participação da família, ajustes na rotina, cuidado com a escola e medicação quando indicada podem fazer parte do plano.

Levar a sério não significa entrar em pânico. Significa proteger.

PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas frequentes

Em situação de risco imediato, procure um serviço de urgência. Não aguarde uma consulta agendada.

Isolamento, irritabilidade, perda de interesse, queda escolar, mudanças de sono e apetite, desesperança, automutilação e falas sobre morte podem aparecer.
Escute sem julgamento, mantenha presença, reduza acesso a meios de autoagressão quando houver risco e procure avaliação profissional.
Sim. O plano depende da gravidade, do contexto, das condições associadas e das necessidades do adolescente e da família.
Quando houver risco imediato de autoagressão, tentativa, plano de suicídio, confusão intensa, agitação grave ou impossibilidade de garantir segurança.
AGENDAMENTO

Percebeu mudanças importantes e persistentes?

Agende uma avaliação. Em situação de risco imediato, procure um serviço de urgência.

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