A conversa pode começar com o responsável e incluir o paciente depois.
Na primeira etapa, o responsável pode apresentar o motivo do contato e o histórico com mais liberdade. Em seguida, a participação da criança ou do adolescente é organizada conforme a necessidade.
A modalidade por vídeo precisa preservar qualidade de comunicação, segurança, registro e condições adequadas para avaliação.